segunda-feira, 19 de junho de 2017

Segredo.19.10


13 comentários:

  1. Que idade tens? Provavelmente ainda és muito nova. O amor é algo muito complexo, será que já disse a alguém, amo-te?

    NM

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  2. Também nunca o pergunta!

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  3. Não interessa quem o diz mas sim quem o demonstra ;)

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  4. O que preferes, ouvir um (ou vários) AMO-TE sem sentido, totalmente falso
    OU ouvir um AMO-TE na altura certa, de alguém que saiba o que é amar e ser amado?
    Tem calma, a vida acontece no tempo certo, ideal. Confia!

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  5. É muito natural, os homens não são muito dado a essas coisas. Mas acho que se torna preferível sentir o amor do que ouvir um AMO-TE sem sentido...

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    1. Pergunto-me que tipo de homens o Francisco conhece... sempre me senti muito amada pelos (poucos) homens que passaram pela minha vida, e todos o diziam frequentemente. Eu, pelo contrário, tenho mais vergonha de dizer, só me "sai" depois dos momentos íntimos, apesar de o sentir sempre. Acho a divisão homens/mulheres um bocadinho obsoleta... somos todos pessoas, todos diferentes :)

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    2. Anónimo das 16:19,

      Nunca há regra sem excepção. É natural que de cada vez que diga algo, possa haver alguém que tenha tido uma experiência diferente, seja por casualidade seja por coincidência. Disse apenas o que é comummente sabido no mundo homens. Por norma, não gostamos muito de dizer "Amo-te" durante o tempo de namoro, a não ser que percebamos o quão isso é importante para segurar a pessoa amada. Mas fazemos isso sobretudo por ela, não especialmente por nós. Torna-se mais fácil dizermos isso após o casamento quando este termo começa a ganhar mais valor e significado para nós. Obviamente que estamos a falar de condições normais, porque se for um homem de 40 anos a namorar uma rapariga de 20, por exemplo, nesse caso já é capaz de dizê-lo muitas vezes mas ai será por razões bem diferentes...

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    3. Lá está, reitero a opinião de que ou o Francisco conhece um tipo muito específico de homem, ou tem uma opinião baseada num estereótipo. É que, além de nunca ter tido esse "problema", pouquíssimas amigas se queixam disso. E isto tanto aos 15 anos como aos 26, sempre com namorados da minha idade. Noto que muitas das suas opiniões sobre relações estão desfasadas da realidade plural que conheço... mas isso sou eu, que se vejo uma determinada atitude num homem ou mulher não vou a correr atribuir dita atitude ao género. Somos tão mais que isso ☺

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    4. Anónimo das 20:20,

      Perfeitamente, costumo dizer que quem anda à chuva molha-se e eu não sou mais do que os outros, posso molhar-me também. Baseio a minha opinião naquilo que vejo e assisto em meu redor no dia a dia e posso muito bem ter o azar de viver numa zona onde a maior parte dos homens pertencem todos ao mesmo estereótipo. É pouco provável mas é possível. Como a sra pode viver também numa zona onde a maior parte das mulheres tem amantes/namorados/maridos muito atenciosos que gostam de falar dos seus sentimentos.
      Tudo isso é possível e o mundo pode ser um mar de rosas, porque não?
      Tenho também o azar de trabalhar com o género errado de mulheres que passam a vida a dizer mal dos homens. Se trabalhasse com as suas amigas, viveria mais feliz porque ia sentir o meu género mais valorizado.
      Não me queixo e até gosto de conhecer essa nova "realidade que desconheço" mas gostava de me situar um bocadinho. Ou é frio ou é calor. Os homens não podem ser os brutos, insensíveis e porcalhões que passam por ser na boca das mulheres lá fora e depois são uns anjinhos aqui dentro. Acho que aquela música do Miguel Araújo (Toda a gente sabe...) contagiou demasiadas pessoas.

      Se estou a seguir um estereótipo? Talvez. Mas porque seria o único aqui a fazê-lo? Porque razão a sra não poderia estar também a fazer o mesmo? :)

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  6. não estando perante casos de mudez ou de surdez, tiveste a sorte de não encontrar mentirosos...
    e não te eaqueças de que sentir o amor é muito melhor do que ouvir um "amo-te"...

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  7. Ainda não havia sido o momento certo.

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  8. Numa relação de 6 anos nunca ouvi e poucas vezes o disse. Não que não o sinta, mas há pessoas tão complexas... Nem eu entendo porcaria nenhuma disto!

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